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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Reportagem de Eduardo Ohata para a Folha de SP...

Amigos palestrinos... há algumas horas venho pensando no que escrever sobre o jogo de hoje a noite... é tanto tempo sem assistir Libertadores que algumas horas antes do jogo a euforia toma conta de mim...mas está difícil... sei que foge um pouco ao propósito do blog mas só consigo pensar nisso... desde o minuto em que li este texto do Eduardo Ohata para a Folha de São Paulo não consigo pensar em outra coisa... que destino é esse? Busco explicação pro sofrimento e crueldade ao qual esta família está passando... e me pergunto: porque? Este garoto é diferente do caso que estamos "acostumados" no Brasil... ele não foi de encontro a morte, desafiando-a... ele foi pela primeira vez ao estádio assistir seu time de coração... realizar um sonho! Sonho que eu tive oportunidade de realizar ao lado do meu pai desde pequeno... visitando os estádios de futebol, gritando gol e abraçando-o... pais, os meus, que da mesma forma nunca deixaram nada nos faltar, mesmo em momentos de necessidade... nunca transpareceram fraqueza... sempre zelaram por seus 4 filhos... e que da mesma forma, poderiam ter tido um final desgraçado como este...

Faço das palavras da família as minhas... haverá justiça!? E logo penso... sim... haverá... se não a justiça dos homens, a justiça divina! Paguem por seus atos, covardes... e aos que se orgulham por "passar por cima da lei" como os quatro imorais e imbecis que entraram no Pacaembu ontem através de liminares, meus pesames... vocês são tão sujos como o monstro que acendeu o sinalizador em direção a torcida adversária... e não me venham com falso moralismo, dizendo que foi um acidente... acidentes acontecem quando a gente não espera... quem leva um sinalizador marítimo para dentro do estádio, sabe muito bem o que está fazendo... portanto, que respondam por seus atos irresponsáveis!

Cada dia que passa sinto mais nojo de grande parte da humanidade... e a cada dia procuro me cercar de pessoas boas... que me fazem e fazem aos outros o BEM... 

Segue o texto da Folha SP na integra.

"28/02/2013 - 04h05

Eles roubaram o futuro de Kevin, diz mãe de boliviano morto em jogo do Corinthians

EDUARDO OHATA
ENVIADO ESPECIAL A COCHABAMBA
Filho de um casal de professores de classe média baixa, Limbert e Carola, que trabalham entre 14 e 16 horas por dia e cujos salários somados não atingem os US$ 400 (cerca de R$ 800), Kevin Beltrán, 14, vivenciou dias de euforia na semana que passou.
O adolescente, segundo o seu melhor amigo, Emanuel, festejava que pela primeira vez iria assistir ao vivo uma partida de seu time, o San José, em Oruro, e de quebra veria a equipe campeã do Mundial do Japão, o Corinthians.
"Eu não teria condições financeiras para levá-lo para assistir a Copa no Brasil, mesmo sendo aqui do lado. O que seria a segunda melhor opção? Deixá-lo assistir o Corinthians", lembra Limbert, que recebeu a reportagem da Folha em casa. "E por quê não? Pelo que ele era, merecia."

A família de Kevin


Eduardo Ohata/Folhapress
Pais de Kevin Beltrán observam altar em homenagem ao filho em sua casa
Era Kevin, no dia a dia, que tomava conta dos irmãos - Jhojan Cristhian, 9, Alexandra, 8, e Matías, 2, enquanto os pais trabalhavam. Foi ele quem lhes ensinou a brincar, dançar, e ajudava com as lições de casa. O caçula o chamava de "Papa" ("papai").
"Os pais trabalham o dia todo para oferecer-lhes vida melhor, daí Kevin ajudá-los a cuidar dos irmãos", diz Mary Encinas, ex-professora de Kevin, que cursava o terceiro ano do secundário, no colégio particular Edmundo Bojanowski. Lá, os pais, professores de história, lecionam.
"Ele me surpreendia. Tinha dias em que eu chegava e ele e os irmãos haviam arrumado a casa. Houve uma vez em que ele disse que eu estava trabalhando muito, pediu que ensinasse a fazer talharim e ele fez o almoço", conta, com orgulho, Carola.
Tratava-se de uma via de duas mãos. O pai, reconhecendo o sacrifício, premiava o filho da forma que podia.
Segundo parentes, Limbert deixava de comprar roupas para ele mesmo. Assim, Kevin poderia se vestir melhor.
À reportagem, atendeu usando o seu uniforme.
"Às vezes percebia que ficava chateado quando via os outros com algo que não podia ter. Mas ele nunca pedia. Tem coisas que até meus filhos menores reclamavam, como um quarto próprio para ter mais privacidade. Mas ele, nunca", diz, emocionado, olhos mareados, Limbert.
Os presentes surgiam à medida que o orçamento permitia, e o pouco dinheiro que recebia, dividia com os irmãos para que comprassem doces.
Passeios, como o da exposição dos dinossauros, cujos preços não eram para todo mundo (cerca R$ 16), só com promoções de final de temporada, quando o ingresso dá o direito ao acompanhante.
Apesar das boas notas, que em sua escola vão de 0 a 7 (ver boletim ao lado), Kevin não sacrificava a vida social. Era o líder da classe, praticava esportes, como o futebol -era o goleiro-, natação, basquete e kung fu, tocava zamponha (gaita de fole italiana) e guitarra, e era mestre de cerimônias em eventos no colégio.
Kevin tinha planos para a segunda que se seguiu à tragédia: Havia feito uma música, que apresentaria para Eliana, colega de classe por quem estava apaixonado. Havia mostrado a canção, que falava sobre seu amor, para a amiga July Zambrano, que contou a Eliana. A "musa" lamentou: "Não deu tempo...".
Ao lado dela, Mary enumerava as atividades de Kevin.
"Ele fazia rap, dança, da moderna à típica, kung fu e queria aprender caratê. Não sei de onde saia sua energia."
A mãe de Kevin, mostra com orgulho os desenhos e maquetes que ele fazia com materiais reciclados, e que à primeira vista parecem aquelas feitas industrialmente.
"Esperava muito desse [Kevin]", comenta, Limbert, 40, os olhos fitando o horizonte.
Tudo mudou na noite de quarta. Limbert recebeu um telefonema do primo que acompanhava Kevin a Oruro.
Contou ao tio que seu filho havia morrido depois de ser atingido pelo sinalizador disparado por um corintiano.
Limbert sentiu as pernas enfraquecerem, caiu no chão.
Foi Ludvi, tio de Kevin, quem conduziu de carro o pai e a mãe a Oruro. Viagem de quatro a cinco horas, em estrada mal iluminada, à beira de uma perigosa ribanceira. "Só paramos para abastecer, e essa espera pareceu uma eternidade...", relata Ludvi.
"Durante todo o trajeto, pensava que poderia ser um engano, que chegaríamos e não seria ele. Ou que fosse só um machucado no olho... Me sentia, e sinto, culpado por tê-lo deixado ir", diz Limbert.
Quando a TV confirmou sua morte, na casa, todos choraram. "Burro, burro. Por que você teve que ir?", repetia Jhojan, como se desse uma bronca no irmão mais velho. 


Jorge Abrego-23.fev.13/Efe
Parentes e amigos de Kevin Espada participam do seu enterro em Cochabamba, na Bolívia
Parentes e amigos de Kevin Espada participam do seu enterro em Cochabamba, na Bolívia
Ao chegar a Oruro, lá pelas três da madrugada, pai, mãe e tio não puderam entrar no necrotério. A polícia o havia selado. Mas ouviram que poderiam ver o corpo de Kevin, às 8h, brevemente, antes de ser levado à autópsia. Viram o corpo com o projétil encaixado onde era seu olho, o lado direito do rosto destruído.
Os pais não acreditavam. Tentaram, em vão, aquecer o corpo do filho, já rígido. O abraçavam, sem se importar com o vermelho da camisa, de sangue. O mesmo sangue que foram ao estádio limpar -não queriam que a tragédia dele fosse exposta na mídia.
"Não sei se essa é uma batalha que vou ganhar", diz Limbert -alusão à atuação do governo brasileiro no caso.
"O rapaz apresentado como culpado [pela Gaviões]. Não parece algo ensaiado?"
Na escola de Kevin -um colégio católico-, a irmã Rosário Cárdenas, emocionada, perguntou: "Diga-me, vai haver Justiça? Seja sincero!"
Mas foi a mãe de Kevin, Carola, sua melhor amiga, segundo Limbert, que melhor definiu o episódio: "Eles roubaram o futuro de Kevin..."".

Que a família tenha conforto... e justiça!
RIP Kevin... Domingo, nos lembraremos de você!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Tantos assuntos

Foram oito jogos e mais de um mês de ausência... de silencio... de sofrimento e reflexão... vc deve estar se perguntando o porque disso tudo já que o time anda tão bem... apenas perdemos nosso técnico, certo? Errado! De fato, minha vida não anda la muito desocupada, mas confesso que não foi somente tempo a causa do meu sumiço... até daria pra passar por aqui de vez em quando e deixar uma ou duas linhas talvez... mas, digamos que minha vontade de escrever diminuiu depois de 6 empates, 1 derrota e 2 vitorias (44,4% dos pontos disputados no período), na bagagem 11 gols a favor e DEZ contra e uma eliminação na Libertadores contra um time nojento... desde o jogo contra o Internacional, meu desgosto apenas cresce...
Bom, desde que “sumi” muita coisa aconteceu, então vamos atacar por ordem de relevância...
Eliminação Libertadores... a mesma conversinha de sempre... “uma eliminação na Libertadores não será o fim do mundo!”...
Eu concordaria com isso, se nós tivéssemos sido enganados com o titulo paulista no inicio deste ano... acredito que a eliminação, guardadas as devidas proporções, nestas condições seria mais amena... mas como não veio nem a esmolinha do paulista, abriram o precedente pros meus olhos ficaram um pouquinho mais apurados pra conseguir perceber que existem alguns grandes problemas com esta afirmação (e com a eliminação!) no que trata-se da Libertadores de 2009:
1) Esta eliminação coroou um trabalho mal feito de um semestre mal preparado, tanto da diretoria alvi-verde, como da comissão técnica, que baseou-se em contratações vindas para gerar somente lucro para a nossa “parceira” Traffic e na falta de bom senso do nosso ex-comandante ao tentar justificar os péssimos resultados de seu trabalho teimoso e arrogante. De fato, as afirmações deste cidadão, (calma que ainda vou comentar sobre ele) são contundentes, e até acredito que desta vez sejam verdadeiras... a Traffic está usando o Palmeiras como casa de passagem - vitrine, barriga de aluguel, ou o que preferirem - de novos mercenários para a Europa. E me parece que o tal Sr Malaquias (mesmo agente daquele mal caráter bambi Dagoberto), está infiltrado de corpo inteiro na Traffic, empurrando jogadores novos e com a cabeça de vento que apenas correm atrás de dinheiro. Mas o que dizer de jogadores contratados com o mesmo intuito e que acabaram não dando certo como Jumar, Capixaba, Evandro... todos indicações do nosso ex-comandante? É o sujo falando do mal lavado então...
2) Perdemos (empatando) para um time infinitamente inferior ao nosso... prova disto foi o jogo do Nacional ontem contra o Estudiantes, que não passa de um time mediano no campeonato argentino e está na final da Libertadores de América 2009. O Nacional conseguiu perder lá em Montevidéu, de virada, por 2x1. E o Palmeiras não conseguiu colocar a bola na rede uma vez sequer...
3) A campanha do Palmeiras no ano de 2009 deixou a desejar, comprometendo todo o semestre (quiçá o ano inteiro!), quando perdemos o Paulista (que aos meus olhos, é um campeonato de nível fraco) e fomos desclassificados na Libertadores.
Mas o que mais me deixou estupefato nessa historia toda, foi o tempo que se levou pra perceber que tinha jogador dentro do elenco fazendo corpo mole (vejam ai nos posts mais antigos há quanto tempo eu venho falando sobre esse assunto), que tinha (e ainda tem) jogador medíocre no elenco – tão medíocre que seria uma afronta convidá-lo a se sentar na arquibancada do Palestra Itália, que dirá de vestir a nossa gloriosa armadura verde, e o tempo que levaram para dispensar este que se considera o melhor treinador do mundo, o manager, e no fundo é um treinadorzinho bem meia boca e frustrado, que ganhou alguns campeonatos paulistas e brasileiros sempre escondido atrás de verdadeiros esquadrões. Dêem a mim um time como o do Palmeiras em 93 e eu o faço ser campeão da Libertadores, do Paulista, do Brasileiro, do (extinto) Rio-São Paulo, do Mundial e o que mais vc quiser... times assim, apenas precisam vestir o uniforme!
A eliminação na Libertadores deste ano doeu muito mais que as anteriores, porque foi tudo muito suado desde o inicio... foi tudo na raça... fomos em frente levando os adversários no peito, como deve ser em uma Libertadores... por muitas vezes eu chegava a esquecer que era o Sr. Vanderlei sentado à beira do gramado e imaginava o Felipão dirigindo nossa equipe com o coração e não com a técnica... em pé, à beira do gramado, mandando o time morder, o time pegar... de uniforme do clube e não vestido em um terno caríssimo de grife... a eliminação deste ano foi doida, por ver verdadeiros guerreiros, que nos salvaram do vexame nas fases iniciais da competição, caírem diante de um time que não tem condições de disputar a série A do campeonato brasileiro. (São) Marcos, Mauricio Ramos, Pierre, Souza, Diego Souza, Cleiton Xavier, Ortigoza e até mesmo você OBINA! Obrigado pela raça e pela dedicação... deve ser duro jogar ao lado de F. Capixaba, Danilo, Armero, Mozart, Williams, Marquinhos, Jumar, Sandro Silva,
Keirrison... Keirrison... menino Keirrison... que novela... aliás... uma novela das mais chulas, dignas do SBT ou da Record...
Que cabeça de vento...
Ouvi muitos comentários durante este tempo, dos mais variados... pessoas defendendo a postura do Keirrison... pessoas rechaçando... pessoas que compararam o caso dele com o caso Henrique ano passado... o Henrique veio, jogou MUITA bola, foi embora e deixou saudade na torcida alvi-verde...
O Keirrison? Quem é o Keirrison? Infinitamente menor que o Palmeiras... não merece nosso lamento nem nossa torcida... não merece tanta preocupação... jogadores como ele que marcam gols em jogos comuns, mais próximos de “peladas”, temos aos montes... ponham um garoto da base do time, com vontade de jogar, e ele o fará muito bem... quero ver é resolver em jogos decisivos... chegou a ser comparado ao EVAIR (pfffff que dó!). Chegou ao Palestra com status de estrela e marcou 20 e tantos gols contra Barueri, Mirassol, Noroeste, Santos... coloquem meus irmãos pra jogar contra estes times e eles marcam gols tb... não precisa ser nenhum profissional da bola pra marcar gols contra times como estes... nos momentos que mais precisamos, onde estava o talento absurdo e o poder de finalização do nosso fantástico artilheiro?
Isso é culpa pura e exclusiva dos agentes dele? Não vejo desta forma... acredito que a culpa primordial dessa situação seja dele próprio... garoto sonhador e desrespeitoso... não honrou a camisa que vestiu e fez um corpo mole dos mais ridículos que já acompanhei no futebol nos últimos tempos... se escondia da bola durante os jogos, corria dos passes, andava em campo, displiscente pra finalizar – e espantosamente, poucas vezes foi substituído...
Espero que vc se de muito bem por lá, mas nunca mais terá minha torcida... não gosto de mal caráter...
FOI TARDE!
Luxemburgo... este não foi tarde... simplesmente, ele nunca deveria ter voltado! Professor... professor é o cacete, Sr Luxemburgo... vá com Deus e tente fazer outro clube de idiota... quem sabe a escória chamada Flamengo ainda acredite no seu discursinho barato de “projeto” e “manager”... seu ciclo no Palmeiras (que já estava encerrado, mas a torcida te deu um ultimo suspiro), agora esta de fato encerrado (graças a Deus)... na minha opinião, você não está atrás do técnico Leão... técnicozinho meia boca e em decadência, que se apóia em erros de arbitragem, falta de peças no elenco e até mesmo (!) na vibração da torcida no estádio para suas burrices táticas, seus jogadores pífios (que você mesmo faz questão de bater no peito quando os contrata), seus pensamentos turrões e ultrapassados...
Deu uma sorte tremenda de ter no elenco do ano passado o Mago Valdivia, que nos deu aquele Paulistão ao lado do Kleber Gladiador e do Guerreiro Pierre. Estes dois levaram o time nas costas com o auxilio dos bons (nada fantásticos, mas bons) Gustavo (que você nos prestou o desfavor de doar ao Cruzeiro), Henrique (que a bandidagem da Traffic resolveu fazer caixa, nos deixando desamparados na defesa), Léo Lima, Martinez, Alex Mineiro, Leandro, Elder Granja, entre outros... nenhum destes (exceto Valdivia, Pierre e Kleber!) são um primor, mas todos juntos formaram um bom elenco... algo aconteceu com seu ego nojento e mesquinho que os liberou para outros clubes...
Enfim... você agora é passado... um passado negro da historia do clube, mas que agora já está prestes a ser apagado... NÃO VOLTE NUNCA MAIS!
Novo técnico... vamos iniciar hoje a campanha... TITE E DORIVAL NO VERDÃO, NÃO!
Pelo amor de Deus, diretoria... traga alguém pra resolver o nosso problema... tudo o que não precisamos no momento, com o elenco recheado de lixo, é de um técnico meia boca... um técnico meia boca com esse elenco vai brigar pra não cair pra segunda divisão de novo!
Caso “cu doce” do Muricy... Muricy... você é um bom técnico, mas tem tb diversos defeitos... isso faz de você um técnico bom e não excelente... portanto, muita calma com o que anda pensando... desça logo desse pedestal porque o Palmeiras é muito maior que você e sua historia recente!
Queremos você como técnico, pois hoje é a alternativa mais viável... só isso... sua identificação com o time das bonecas ainda incomoda muito, e como você mesmo gosta de dizer, “tem que trabalhar muito ainda pra conseguir alguma coisa, meu filho”. Venha de coração aberto que te receberemos de coração aberto... tudo que queremos é alguém que mude esse jeito nojento da equipe jogar... sem padrão e sem vontade...

Ando muito desanimado, mas não perco o amor por esse time de jeito nenhum... só estive um pouco ausente, mas aos poucos vou retomando a fé... incondicional... porque acima de tudo... serei ETERNAMENTE PALMEIRAS!